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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Golfinho de Hector

Costuma a ser chamado pelos neo-zelandezes de orelhas de mickey, devido a suas nadadeiras dorsais arredondadads e pretas.



O golfinho de Hector é a mais rara e menor espécie de golfinho do mundo. Habitam apenas as ilhas norte e sul, as principais da Nova Zelândia.


Existem aproximadamente 7.000 golfinhos na ilha sul, e 100 indivíduos na ilha norte. As redes de pesca são a principal causa de mortandade nesa espécie, onde ficam presos e morrem por afogamento.
Hoje sua população está em declínio, porem um tribunal neo-zelandês, proibiu a pesca com redes em uma vasta área onde ocorrem esses golfinhos na Ilha Norte.

Classificação científica


Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti
Família: Delphinidae
Género: Cephalorhynchus
Espécie: C. hectori

Nome binomial
Cephalorhynchus hectori

Golfinho de Heaviside

O Golfinho de Heaviside é uma espécie pouco conhecida, raramente vista na natureza.

Recentemente, e pela primeira vez, foi publicada informação baseada em animais vivos e sabe-se que as ilustrações anteriores (baseadas em animais mortos) são incorrectas.
Não se assemelha a qualquer outra espécie situada ao largo da costa do sudoeste de África, devendo assim ser relativamente fácil identificá-lo.
É um golfinho pequeno e compacto, com uma forma robusta típica do género Cephalorhynchus e tem uma coloração notável, mancha branca no ventre que se estende até ao flancos, barbatana dorsal triangular.
Todos os anos alguns deles ficam emalhados em diversas redes de pesca costeira ao largo da África do Sul e da Namíbia, e um pequeno número pode ser capturado para consumo humano com arpões manuais ou espingardas.

Comportamento: Pouco se sabe sobre o comportamento desta espécie. É, em geral, discreta e parece ser tímida.

É raro saltar, mas quando o faz pode atingir mais de 2m de altura. Foi vista a dar rápidos saltos mortais para a frente terminando num batimento caudal contra a superfície.
Pode "saltitar" quando nada a grande velocidade. Reacção aos navios varia, mas sabe-se que se aproxima de uma série de embarcações e que "acompanha à proa e no rasto do navio"; foram visto alguns animais a "escoltar" pequenos navios durante várias horas seguidas.
Observações limitadas sugerem que, pelo menos alguns grupos, têm zonas residenciais restritas e que provavelmente não se afastam para longe dessas áreas.


Distribuição: Área restrita e bastante escassamente povoada. Surge apenas ao largo da costa ocidental da África do Sul e Namíbia, ao longo de cerca de 1600 km de linha costeira. Distribuição conhecida desde o cabo da Boa Esperança, África do Sul, até, para norte e no mínimo, ao cabo Cross, Namíbia, mas é possível que se estenda mais para norte até ao sul de Angola.
Vista sobretudo em águas costeiras, numa faixa de 8-10 km da costa e em águas com menos de 100 m de profundidade. Levantamentos da população dentro dos 8 km costeiros revelaram fracas densidades de cerca de 5 observações em 160 km,; mais para o largo, as observações baixaram dramaticamente e não foram vistos animais em águas com mais de 200 m de profundidade.
Parece estar associada com a corrente fria de Benguela, que corre para norte.

Alimentação: peixes, cefalópodes.


Classificação científica


Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti
Família: Delphinidae
Género: Cephalorhynchus
Espécie: C. heavisidii

Nome binomial
Cephalorhynchus heavisidii

Golfinho-chileno

O golfinho-chileno (Cephalorhynchus eutropia), ou golfinho-negro-do-chile, é um cetáceo da família dos delfinídeos encontrado nas águas costeiras chilenas de Valparaíso a ilha Navarino e Terra do Fogo.


O golfinho chileno é um golfinho pequeno em torno de 170 centímetros de comprimento, com uma cabeça sem corte. Essas características fazem frequentemente para a identificação incorreta de um boto. O golfinho é grossa em forma com o seu perímetro de até dois terços de seu comprimento. A barbatana dorsal e as nadadeiras são pequenas em proporção ao tamanho do corpo, em comparação com outros golfinhos. A garganta, de baixo e mais próximo da parte das palhetas para o corpo são brancas. O restante do corpo é uma mistura de cinzas. O Golfinho tem 28-34 pares de dentes no maxilar superior e 29-33 na parte inferior.


O golfinho é normalmente avistada em pequenos grupos de cerca de dois a dez indivíduos, com alguns encontros maiores ocasionalmente avistado.
 Longevidade, a gestação ea lactação não são conhecidos, mas acredita-se ser semelhante em comprimento para as mais estudadas, e similares, de Hector e golfinhos de Commerson, que têm um período de gestação de cerca de dez meses a um ano e longevidade máxima de vinte anos.




Classificação científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti
Família: Delphinidae
Género: Cephalorhynchus
Espécie: C. eutropia

Nome binomial
Cephalorhynchus eutropia

Golfinho-de-commerson


O golfinho-de-commerson (Cephalorhynchus commersonii) é um cetáceo da família dos delfinídeos encontrado nas águas fria do Golfo de São Matias, Argentina ao lado chileno do estreito de Magalhães e nas ilhas Shetland do Sul, Geórgia do Sul, Falklands e Kerguelen


Classificação científica


Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti
Família: Delphinidae
Género: Cephalorhynchus
Espécie: C. commersonii

Nome binomial
Cephalorhynchus commersonii

Golfinho-dos-ganges

O golfinho-do-ganges é uma espécie de golfinho de água-doce encontrado no subcontinente indiano. Conta com duas subespécies, uma habitando as águas do rio Ganges na Índia e outra no rio Indo, no Paquistão. Mead e Bronwell (2005) consideram as subespécies como espécies distintas.





Contrariando expectativas, biólogos em Bangladesh descobriram uma próspera população de 6 mil golfinhos-de-irrawaddy. A espécie do mamífero marinho, restrita a baías e rios de água salobra do Sudeste Asiático ao norte da Austrália, era considerada por especialistas em risco de extinção.



A população, muitas vezes maior que qualquer outro grupo conhecido na região, foi revelada em 2004 no primeiro levantamento sistemático de mamíferos marinhos ao longo da costa de Bangladesh, formada por canais, baías e manguezais. Os resultados completos foram apresentados quarta-feira no Havaí, durante a primeira conferência internacional sobre áreas de proteção para mamíferos marinhos e em um artigo na edição de inverno da publicação especializada Journal of Cetacean Research and Management.


Biólogos americanos e bengaleses realizaram o levantamento dos golfinhos em barcos. Os pesquisadores disseram que os golfinhos, que variam de 1,82 m a 2,43 m, embora aparentemente em grande expansão, precisam ser protegidos e monitorados devido a ameaças como enroscamento em redes de pesca, declínio no fluxo de água fresca por causa de represas e desvios de cursos d'água ao longo de rios que sustentam os ecossistemas costeiros.
Os cientistas também assinalaram uma ameaça de longo prazo aos golfinhos. Segundo projeções de estudos climáticos, o aquecimento global vai mudar o fluxo dos rios à medida que as geleiras do Himalaia derretem e o nível do mar sobe. Isso diminuiria o alcance da espécie, que está limitada a águas com baixa salinidade.


A Wildlife Conservation Society, que liderou o estudo, está trabalhando com o Ministério do Meio Ambiente e Florestas bengalês para criar áreas de proteção para essa e outra espécie, o golfinho-do-ganges, e levantando dinheiro para o esforço, disse o doutor Howard Rosenbaum, biólogo que dirige o programa "gigantes do oceano" do grupo sem fins lucrativos. "Essa grande população no Bangladesh realmente nos dá esperança para a sobrevivência da espécie no longo prazo", disse Rosenbaum.


Há muito tempo espécies de boto e golfinho adaptadas a rios e deltas ao redor do mundo foram considerados alguns dos mais vulneráveis mamíferos marinhos devido a seu limitado habitat. Em 2007, especialistas concluíram que o baiji, um golfinho fluvial que vivia há 20 milhões de anos no rio Yang-Tsé na atual China, havia sido levado à extinção por uma série de atividades do quase meio bilhão de pessoas que hoje vive nessa bacia hidrográfica.

A vaquita, um boto que vive onde o rio Colorado deságua no Golfo da Califórnia, está criticamente ameaçada, dizem biólogos, devastada por redes de pesca e interrupções no curso do rio para construção de represas.

Classificação científica


Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti
Família: Platanistidae
Gray, 1846
Género: Platanista
Wagler, 1830
Espécie: P. gangetica

Nome binomial
Platanista gangetica